Análise Ergonômica do Trabalho

Compreender o trabalho em profundidade para decidir com precisão.

A Análise Ergonômica do Trabalho (AET) aprofunda a investigação de situações que exigem compreender como o trabalho realmente acontece e quais fatores estão na origem dos problemas identificados.

Na Ergo Life Way transformamos evidências do trabalho real em diagnóstico, prioridades e recomendações aplicáveis à operação — levando a Ergonomia do campo para a tomada de decisão.

Quando a sua empresa precisa de uma AET

A NR-17 estabelece situações em que a AET deve ser realizada.

Aprofundar

Quando a avaliação ergonômica preliminar identifica o risco, mas não esclarece suas causas ou soluções.

Reavaliar

Medidas adotadas que se mostraram inadequadas ou insuficientes.

Investigar

O acompanhamento de saúde ocupacional (PCMSO) aponta sinais, queixas ou agravos relacionados ao trabalho.

Compreender causas

Um acidente ou adoecimento revela relação com as condições de trabalho.

Se o ambulatório registra queixas recorrentes em um setor ou se os afastamentos se concentram em uma função, a AET provavelmente já é uma obrigação em aberto.

Como conduzimos

Do trabalho real à decisão

Uma análise aprofundada e integrada às particularidades de cada contexto de trabalho.

01

Demanda

Entendimento do problema real, com dados de saúde, afastamentos, queixas e contexto da operação.

02

Trabalho real

Observação da atividade, com escuta de quem executa e análise da rotina em campo.

03

Análise

Métodos e ferramentas definidos conforme a necessidade técnica de cada situação.

04

Diagnóstico

Compreensão das causas e reavaliação dos riscos envolvidos.

05

Recomendações

Soluções priorizadas, viáveis e adequadas ao contexto analisado.

06

Validação

Resultados discutidos com trabalhadores e gestores, com revisão quando necessário.

A técnica acompanha a complexidade da demanda, não o contrário.

O que a sua empresa recebe

Quem conduz

"Depois de mais de 16 anos com Ergonomia, uma coisa ficou clara para mim: os problemas mais complexos raramente estão apenas no posto de trabalho. Estão na forma como a atividade acontece e nas escolhas que a organização faz. Por isso, conduzo cada AET para compreender o trabalho em profundidade e traduzir essa análise em recomendações viáveis e relevantes para quem trabalha."

Ana Beatriz Móras
Ergonomista e Fisioterapeuta · Especialista em Ergonomia pela COPPE/UFRJ
Fundadora da Ergo Life Way

Resultados — da compreensão à transformação

Compreensão do trabalho real

Uma leitura aprofundada da atividade como ela acontece, que revela por que o problema existe e não apenas onde ele aparece.

Prioridade e menos desperdício

Foco no que realmente exige intervenção, evitando compras erradas, retrabalho e soluções caras onde existe alternativa simples.

Recomendações aplicáveis

Soluções aderentes à rotina, ao orçamento e ao cronograma da operação.

Menos queixas e afastamentos

Resultado no setor analisado, porque a recomendação atua na origem do problema.

Conformidade e segurança jurídica

NR-17 atendida e risco tratado no inventário e no plano de ação do PGR: um documento com método justificado e plano em execução é evidência de gestão e não só de conhecimento do risco.

Base para decisões e gestão estratégica

A análise gera evidências técnicas aprofundadas para orientar decisões, acompanhar a efetividade das medidas e fortalecer a gestão ergonômica ao longo do tempo.

AEP × AET

Duas etapas complementares da gestão de riscos ergonômicos — não duas opções concorrentes.

AEP

AET

Nem toda situação precisa de uma AET. Uma AEP bem estruturada ajuda a empresa a concentrar aprofundamentos onde eles realmente são necessários. Conheça a AEP →

Dúvidas sobre AET

Respostas objetivas para decisões mais seguras.

Qual é a diferença entre AEP e AET?

A AEP é a avaliação preliminar das situações de trabalho: identifica fatores de riscos, orienta prioridades e apoia a definição das primeiras medidas de prevenção.

A AET é o aprofundamento da análise, indicada quando uma situação exige investigação mais detalhada para compreender causas, relações e possibilidades de intervenção.

Nem toda situação avaliada pela AEP precisa evoluir para uma AET. Começar pela avaliação adequada direciona recursos para onde realmente são necessários.

Toda empresa precisa de AET?

Não. A AET é realizada nas situações previstas pela NR-17. A avaliação preliminar das condições ergonômicas ocorre por meio da AEP, conforme as situações de trabalho existentes.

A NR-17 prevê tratamento específico para MEI e para ME/EPP enquadradas nos graus de risco 1 e 2. Essas organizações não são obrigadas, em regra, a elaborar AET; porém, as ME e EPP de graus 1 e 2 devem realizá-la quando houver indicação decorrente do acompanhamento de saúde ou da análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

A dispensa da AET não elimina o cumprimento dos demais requisitos aplicáveis da NR-17.

Conheça a AEP →

Quando a NR-17 exige uma AET?

A AET deve ser realizada quando:

A necessidade da AET, portanto, nasce da situação analisada, não simplesmente da existência de um cargo ou posto.

Identificar um risco na AEP significa que preciso fazer uma AET?

Não necessariamente. Se a AEP fornecer informações suficientes para avaliar o risco, definir medidas de prevenção e acompanhar sua efetividade, a empresa pode avançar diretamente para a intervenção.

A AET é necessária quando a situação exige maior profundidade ou quando ocorre uma das demais condições estabelecidas pela NR-17.

É preciso fazer AET de todos os postos e funções?

Não. A necessidade de AET é definida pela situação de trabalho e pela demanda identificada e não simplesmente pelo número de cargos, funções ou postos.

Dentro da mesma empresa, algumas situações podem ser adequadamente tratadas pela AEP, enquanto outras podem exigir uma investigação aprofundada por meio da AET.

O médico do trabalho pode indicar a necessidade de uma AET?

Sim. O acompanhamento da saúde dos trabalhadores, no contexto do PCMSO, pode indicar a necessidade de aprofundar determinada situação de trabalho por meio de uma AET.

Sinais, queixas, agravos ou afastamentos relacionados a determinada atividade podem contribuir para identificar situações que mereçam investigação mais aprofundada.

Essa integração entre PCMSO, Ergonomia e gerenciamento de riscos fortalece a capacidade de identificar causas e orientar intervenções mais precisas.

Os trabalhadores precisam participar da AET?

Sim. Ouvir quem realiza o trabalho é parte fundamental da análise. A participação dos trabalhadores contribui para compreender a atividade real, suas variabilidades, dificuldades e estratégias utilizadas no cotidiano.

Na AET, essa participação também integra a restituição dos resultados, a validação e, quando necessário, a revisão das intervenções propostas.

A AET precisa utilizar RULA, REBA, NIOSH ou alguma ferramenta específica?

Não existe uma ferramenta única obrigatória. Os métodos, técnicas e ferramentas devem ser selecionados e justificados conforme a situação analisada e a necessidade técnica.

Uma ferramenta pode ser adequada para determinado problema e insuficiente para outro.

A técnica acompanha a complexidade da demanda, não o contrário.

Recebemos uma notificação da fiscalização. E agora?

O primeiro passo é compreender exatamente o que foi solicitado, o prazo concedido e a situação de trabalho envolvida.

A partir dessa análise, é possível definir se a demanda requer AEP, AET, revisão de documentos existentes, implementação de medidas ou outra resposta técnica.

Não é recomendável começar pelo documento sem antes entender a exigência.

Avalie sua demanda com a Ergo Life Way

Ainda não sabe se precisa de AEP ou AET?

A escolha começa pela situação de trabalho — não pelo documento. A Ergo Life Way analisa a demanda, o contexto da operação e as informações disponíveis para definir o nível de avaliação mais adequado — evitando tanto análises insuficientes quanto aprofundamentos desnecessários.

Avalie sua demanda com a Ergo Life Way

Uma AET bem conduzida vira decisão, não apenas relatório.

Compreenda. Priorize. Transforme.