Avaliação Ergonômica para Inclusão de Pessoas com Deficiência

Ergonomia aplicada ao trabalho real: identificamos barreiras, orientamos adequações e fundamentamos as decisões da empresa sobre cada posto.

Contratar cumpre a cota.
Projetar o trabalho sustenta a inclusão.

A inclusão se torna efetiva quando atividade, ambiente, recursos e organização do trabalho permitem que a pessoa trabalhe com segurança, autonomia e desempenho.

A Ergo Life Way avalia o trabalho real para identificar barreiras, compreender o que precisa ser adaptado e transformar essa análise em decisões técnicas, viáveis e fundamentadas.

Duas inteligências, uma avaliação

Previne riscos

Antecipa barreiras no posto, no percurso, na comunicação, na atividade e na emergência — antes que se transformem em dificuldade, perda de desempenho, afastamento ou rotatividade.

Fundamenta decisões

Transforma a leitura do trabalho em critérios claros: o que precisa ser adaptado, o que priorizar, como agir e por quê.

Trabalho
real

O que avaliamos

A acessibilidade vai além da rampa

A inclusão no trabalho depende da interação entre fatores que se influenciam mutuamente.

Trabalho real
  • Posto e percurso

    Mobiliário, alcances, circulação, acessos e saídas.

  • Atividade e organização do trabalho

    Tarefas, exigências físicas e cognitivas, ritmo, pausas e autonomia.

  • Informação e comunicação

    Sinalização, alarmes, instruções, Libras, legendas e linguagem simples.

  • Equipamentos e tecnologia assistiva

    Ferramentas, softwares, periféricos e EPIs adaptados.

  • Segurança e emergência

    Como a pessoa percebe o risco, evacua e pede ajuda.

  • Cultura e liderança

    Preparo de gestores e equipes e barreiras atitudinais.

Quando uma dessas frentes falha, as outras também são afetadas.

Uma deficiência, isoladamente, não determina como uma pessoa realiza o trabalho. A avaliação parte da pessoa e da atividade real.

Como atuamos

Do trabalho real à permanência

01

Escutar

A pessoa participa da avaliação, trazendo sua experiência, necessidades, estratégias e recursos que já utiliza.

02

Analisar

Observamos a atividade real e compreendemos suas exigências físicas, cognitivas, sensoriais, comunicacionais e organizacionais.

03

Mapear

Identificamos as barreiras que dificultam ou impedem a realização do trabalho — no posto e em seu contexto.

04

Definir

Construímos alternativas de adaptação razoável e soluções técnicas, priorizadas por efetividade e viabilidade.

05

Implantar

Orientamos as áreas envolvidas e apoiamos a incorporação das adequações à rotina, conforme o escopo contratado.

06

Verificar

Avaliamos se a solução funciona no trabalho real e identificamos novas necessidades diante de mudanças relevantes.

Participação voluntária da pessoa.
Dados pessoais e de saúde tratados de acordo com sua natureza e finalidade.

Quando atuamos

Antes de uma contratação Na admissão e integração Na permanência ou mudança de função No retorno ao trabalho ou reabilitação Em mudanças de layout, equipamentos, tecnologia ou processo

Quando realizada antes da contratação, a avaliação prepara o trabalho — não seleciona pessoas nem determina “aptidão plena”.

Entregáveis

Da avaliação à decisão

Relatório de avaliação ergonômica

Atividade, exigências do trabalho, barreiras identificadas e condições existentes.

Plano de adaptação razoável

Medidas recomendadas, prioridades, responsáveis e prazos sugeridos.

Tecnologia assistiva e EPI adaptado

Especificações técnicas dos recursos necessários, quando aplicáveis, sem vínculo com fornecedores.

Subsídios ao PGR e ao PCMSO

Riscos, exigências do trabalho e medidas de prevenção organizados para integração aos processos da empresa, quando aplicável.

Orientação para lideranças e equipes

Diretrizes para incorporar as adequações à rotina e favorecer uma inclusão sustentável.

Verificação de efetividade

Reavaliação das soluções implantadas e de novas necessidades, conforme o escopo contratado.

Cada decisão fica registrada com o seu porquê.

Uma análise, decisões para diferentes áreas

RH e Diversidade SESMT e Ergonomia Saúde ocupacional Liderança Engenharia, Facilities e TI

A mesma análise traduzida em informações úteis para quem precisa decidir, implementar e acompanhar.

Quem conduz

“Em mais de 20 anos em ambientes industriais, aprendi que a inclusão se decide no posto: quando a atividade, o ambiente e a comunicação são pensados ou adaptados para quem trabalha ali. Por isso avalio o trabalho real, ouço a pessoa e traduzo o que encontro em adequações viáveis, que a empresa consegue sustentar.”

Ana Beatriz Móras
Ergonomista e Fisioterapeuta · Especialista em Ergonomia pela COPPE/UFRJ
Fundadora da Ergo Life Way

Conte o cenário do posto. Indicamos o escopo e os próximos passos.

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Comunicação acessível

Em parceria com profissional certificada pelo ProLibras, psicopedagoga clínica e institucional, com mais de 20 anos de experiência em inclusão, ampliamos a acessibilidade das avaliações e treinamentos para pessoas surdas e com deficiência auditiva.

Projetar para a diversidade torna o trabalho mais preparado para diferentes pessoas — hoje e ao longo do tempo.

Para quem tem uma deficiência, para quem retorna de um afastamento, para quem envelhece ou para quem passa a ter novas necessidades.

Dúvidas sobre inclusão de pessoas com deficiência

Respostas objetivas para decisões mais seguras.

Preencher a cota basta?

Não. A reserva legal trata da contratação. A inclusão exige também condições acessíveis e inclusivas de trabalho, além de adaptações razoáveis quando necessárias.

Minha empresa tem menos de 100 empregados. A avaliação se aplica?

Sim. A Lei de Cotas alcança empresas a partir de 100 empregados, mas a LBI estabelece o direito ao trabalho em ambiente acessível e inclusivo e obriga pessoas jurídicas a garantir essas condições.

A avaliação define quem é pessoa com deficiência para a Lei de Cotas?

Não. A avaliação da Ergo Life Way não caracteriza a deficiência. Seu objetivo é analisar o trabalho, identificar barreiras e orientar adequações.

A NR-17 exige uma “Avaliação Ergonômica de PcD”?

Não existe na NR-17 um documento com esse nome. O serviço aplica os princípios da Ergonomia e da NR-17 às demandas de inclusão e pode se integrar à AEP, à AET e aos processos de gestão de riscos, conforme a situação. No Anexo II da NR-17 existem requisitos expressos para pessoas com deficiência em teleatendimento/telemarketing.

Pessoas com a mesma deficiência precisam das mesmas adaptações?

Não. A avaliação é individualizada e baseada na atividade real. Pessoas com a mesma deficiência podem utilizar estratégias, recursos e formas diferentes de realizar o trabalho.

Uma contratação a preparar, uma adaptação a revisar ou uma inclusão que não está funcionando?

Conte o cenário. A Ergo Life Way avalia o trabalho e indica o escopo e os próximos passos.